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A codificação facial é uma forma de avaliar emoções, por meio de reações faciais involuntárias que toda pessoa possui. Através da filmagem do rosto em um enquadramento 3x4, com a luminosidade apropriada, é possível processar as imagens da face e identificar qual a reação emocional expressa. 

 

No processo de exibição de material publicitário, ou teste de produto, as faces das pessoas que participarem do estudo são filmadas e submetidas a um processamento para identificar as micro expressões que definem as reações emocionais.

Esta taxonomia de expressões foi desenvolvida por Paul Ekman e Wallace Friesen em 1976 e os avanços tecnológicos permitiram  a automação deste algoritmo e avaliar as emoções expressas em tempo real, com uma assertividade de 90%.

Na medida em que a leitura é realizada, as expressões identificadas são expressas em valores, sendo possível avaliar não somente a emoção manifestada, mas também sua magnitude.

São identificadas os seguintes estados emocionais:

A valência consiste em identificar a relação de emoções positivas e negativas, em tempo real. A valência positiva representa que as emoções positivas sobrepõem as negativas. A valência negativa (abaixo da linha) consiste no inverso.

Testes sensoriais (gustativo e olfativo)

A codificação facial é um recurso podereso recurso para projetos de pesquisa que envolvam testes de produtos como alumentos, perfumes, desodorantes, produtos de limpeza, entre outros, cujo o problema de estudo esteja ligado a aceitação do cheiro ou paladar. O recurso de auto-avaliação por meio de questionários possuem limitações muito grandes. Com a codificação facial é possível mensurar de forma espontânea níveis de aceitação ou rejeição destes produtos (através dos indicadores de Rejeição, Felicidade e Valência). 

 

Utilização

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